quinta-feira, 7 de julho de 2011

Após denúncias, Alfredo Nascimento deixa Ministério dos Transportes

Em nota, Nascimento diz que entregou cargo 'em caráter irrevogável'.
Saída ocorre após acusação de superfaturamento de obras públicas.

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR-AM), deixou o cargo nesta quarta-feira (6) após denúncias sobre um suposto esquema de superfaturamento em obras envolvendo servidores da pasta. A crise se agravou nesta quarta após suspeitas de que o filho do ministro tenha enriquecido ilicitamente em razão do cargo do pai.

Em nota oficial divulgada por volta das 16h40 pelo ministério - veja a íntegra no fim da reportagem -, Alfredo Nascimento diz que "decidiu deixar o governo" e que enviou "há pouco à presidenta Dilma Rousseff seu pedido de demissão em caráter irrevogável".

O Palácio do Planalto ainda não se pronunciou sobre a nota divulgada nesta quarta. Na segunda (4), a presidente afirmou, em comunicado, que tinha "confiança" no ministro.

Senadores do PR se reuniram nesta tarde com integrantes do governo para decidir o nome do substituto no ministério, mas o encontro terminou sem uma definição. No entanto, mais tarde o governo divulgou que o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, vai assumir o comando da pasta interinamente.

O Ministério dos Transportes afirma que Nascimento "vai colaborar espontaneamente para o esclarecimento cabal das suspeitas levantadas" e que "decidiu encaminhar requerimento à Procuradoria-Geral da República pedindo a abertura de investigação e autorizando a quebra dos seus sigilos bancário e fiscal".

Na nota em que anuncia que entregou o cargo, ele afirma que "coloca-se à disposição de seus pares para participar ativa e pessoalmente de quaisquer procedimentos investigativos que venham a ser deflagrados naquela Casa (Senado) para elucidar os fatos em tela".

Mudanças no governo
Alfredo Nascimento agora deverá voltar ao Congresso para exercer o mandato de senador pelo Amazonas, para o qual foi eleito em outubro de 2006, atualmente ocupado pelo suplente João Pedro, do PT. Também reassumirá, conforme o ministério, a função de presidente nacional do PR.

Ele fazia parte do time de atuais ministros que também integraram o governo Lula. Assumiu o Ministério dos Transportes pela primeira vez em março de 2004 e ficou até março de 2006, quando deixou o cargo para disputar as eleições ao Senado. Foi eleito, mas licenciou-se do mandato e voltou ao governo federal em março de 2007. Em março de 2010, deixou a pasta novamente para concorrer ao governo do Amazonas, mas perdeu.

Alfredo Nascimento é o segundo ministro a deixar o primeiro escalão de Dilma Rousseff após denúncias. No mês passado, Antonio Palocci deixou a Casa Civil após não conseguir explicar a multiplicação em 20 vezes de seu patrimônio em quatro anos, conforme revelado em reportagens publicadas pelo jornal "Folha de S.Paulo".

Outra mudança no governo Dilma ocorreu com o ministro Luiz Sérgio. Em meio a pressões de parlamentares da base aliada do governo, ele deixou a pasta das Relações Institucionais e foi para o Ministério da Pesca, trocando de lugar com a ministra Ideli Salvatti.

MARINA SILVA ANUNCIA SAIDA DO PV


Uma encarniçada guerra de bastidores, Marina Silva deve anunciar hoje (7) a sua saída do Partido Verde (PV). A convivência durou pouco e serviu apenas a projetos eleitorais. A ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente precisava da legenda para disputar a Presidência da República em outubro passado – o que lhe rendeu 19,6 milhões de votos. Já o PV, um saco de gatos que reúne de ambientalistas sérios a notórios oportunistas, precisava de Marina para se projetar no cenário político.Passadas as eleições, o grupo da ex-ministra ainda tentou utilizar seu cacife eleitoral para conquistar a direção do partido, mas foi derrotado pelos setores que sempre comandaram com mão de ferro a legenda. Numa manobra burocrática, o atual presidente do PV, o deputado José Luiz Penna (SP), conseguiu prorrogar o próprio mandato, frustrando os planos dos novos filiados verdes. Marina deve sair da legenda quase que sozinha – somente um deputado federal, dos 15 eleitos em 2010, deve acompanhá-la.Futuro indefinido dos “marineiros”Nem mesmo Fernando Gabeira, um verde com bico de tucano, parece disposto a acompanhá-la. Fundador do PV em 1985, o ex-deputado ainda tenta convencer Marina a ficar na legenda. “A sua saída não é boa nem para ela, nem para o partido… Vou fazer todo o possível para que consigamos soluções que evitem o desgaste de uma saída dessas para que a luta ecológica não fique prejudicada… Quero construir pontes, e não fortalecer cisões”, afirmou hoje em entrevista ao portal UOL.Para o grupo “marineiro”, porém, a saída é inevitável; já o futuro é bem indefinido. Numa palestra em Berlim nesta semana, Marina insinuou que pretende lançar “um novo movimento político-social para pensar novas alternativas políticas”. A fundação imediata de um novo partido não é consenso. A idéia é reunir forças para lançá-lo apenas no final de 2013, no prazo legal para a disputa presidencial do ano seguinte. Tanto que Marina já liberou seus seguidores para se filiarem a outras legendas.”Certo oportunismo eventual”Em reunião com os integrantes do Movimento Marina Silva, no final de junho, a ex-ministra autorizou os seus aliados a se abrigarem em outras siglas para disputar as eleições municipais de 2012. Ela prometeu respeitar os acordos que forem fechados em cada Estado. “A orientação é que cada pré-candidato busque abrigo no partido que lhe assegurar espaço na eleição”, explica Maurício Brusadin, ex-presidente do PV em São Paulo. A preocupação é unicamente eleitoral, sem maior consistência política e ideológica. Em São Paulo, por exemplo, os marineiros receberam convite para ingressar no PPS, que faz oposição ao governo federal. Já em Pernambuco, o grupo é ligado ao PSB, que integra a coalizão de Dilma Rousseff. A tendência é de dispersão dos apoiadores de Marina Silva. Para Jairo Nicolau, professor de ciência política da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a situação do grupo não é nada fácil. “Marina acabou ficando numa sinuca de bico. Como liderança civil, ela deveria fortalecer sua atuação na sociedade em torno do debate dos grandes temas e só então, depois das eleições do ano que vem – pois não haveria tempo hábil para criar uma sigla agora -, pensar em partido próprio. Sua contribuição é muito maior como liderança civil, descolada de certo oportunismo eventual”.

TUDO SOBRE CÂNCER DE MAMA




Cancro da mama Português europeu ou câncer de mama Português brasileiro é o cancro do tecido da mama. Mundialmente, é a forma mais comum de cancro em mulheres - afectando, em algum momento de suas vidas, aproximadamente uma em cada nove[1] a uma em cada treze mulheres que atingem os noventa anos no mundo ocidental. É a segunda maior causa fatal de cancro em mulheres (depois do cancro do pulmão), e o número de casos vem crescendo significativamente desde 1970, um fenômeno parcialmente culpado pelo estilo de vida moderno do mundo ocidental.[1][2] Uma vez que o peito é composto por tecidos idênticos em homens e mulheres, o cancro da mama também ocorre em homens, embora estes casos sejam menos de 1% do total de diagnósticos.[3]
Tipos
Histopatologia de um carcinoma ductal invasivo, o tipo mais comum de câncer.
Os carcinomas são a maioria das neoplasias malignas da mama, sendo o carcinoma ductal invasor o tipo mais comum. As neoplasias malignas, a grosso modo, se dividem em tumores epiteliais (carcinomas), que podem ser de origem ductal (90%) ou lobular, e sarcomas, que se originam no tecido conjuntivo (mesenquimal), muito raros. Os carcinomas, ainda podem ser in situ (confinado ao ducto ou ao lóbulo) ou invasores (quando acessam o estroma)
Grau histológico
O grau histológico reflete o potencial de malignidade do tumor indicando a sua maior ou menor capacidade de realizar metástase:[4]
• Carcinoma ductal: Forma-se nos ductos que levam o leite dos lóbulos para o mamilo (papila).
o Carcinoma ductal in situ (intraductal): Proliferação dentro de um ducto que não ultrapassa a membrana basal e não invade o estroma. Pode se apresentar como massa palpável, derrame papilar ou alteração em mamografia (microcalcificações e formação nodular não palpável). Pode ser dividido em comedocarcinoma (pior prognóstico), micropapilar, cribiforme e sólido;
 Doença de Paget: A doença de Paget é um tipo raro de carcinoma in situ que se inicia nos ductos do mamilo.
o Carcinoma ductal invasor: Representa 65 a 85% dos cânceres de mama. Forma nódulo sólido ou área de condensação no parênquima, com lesões espiculadas ou circunscritas;[4]
 Tumor do tipo Tubular: Tumores do tipo carcinoma tubular (2% dos casos), não exibe mitoses nem necroses e suas células formam túbulos regulares e bem definidos. Apresenta excelente prognóstico, mesmo quando é multicêntrico (50% dos casos), estando a sobrevida livre da doença por 10 anos superior a 95%.[4]
 Tumor do tipo medular: Representa 5% dos casos e possui um excelente prognóstico. Abundante em mitoses e com grande quantidade de linfócitos, geralmente só ocorre após a menopausa.[4]
 Tumor do tipo mucionoso: Representa 5% dos casos, recebe esse nome pela quantidade de mucina que recobre um pequeno número de células tumorais bastante diferenciadas entre si. Também tem com bom prognóstico com mais de 85% de sobrevida maior que 5 anos.[4]

O carcinoma lobular invasivo é uma classe clínica e molecularmente distinta de câncer de mama, mais difícil de ser detectado e portanto normalmente só diagnosticado tardiamente.[5]
• Carcinoma lobular: Começa nos bulbos (pequenos sacos) que produzem o leite materno e infiltra nos tecidos vizinhos;
o Carcinoma lobular in situ: Tumor de baixa proliferação no interior de ductos terminais e lóbulos. Representa 2 a 6% dos casos. Não costuma ter qualquer manifestação clínica evidente, nem é encontrado na mamografia, sendo um achado ocasional de biópsias mamárias indicadas por imagem suspeita. É considerado marcador de risco, sendo a biópsia excisional suficiente para terapêutica. É bilateral entre 15 a 40% dos casos;[4]
o Carcinoma lobular invasor: Apresenta-se como adensamento ou endurecimento local mal-definido; em lesões avançadas, pode haver retração de pele e fixação. Calcificações não estão comumente presentes. Representa 5 a 10% dos casos.[4]
• Sarcoma: Forma-se nos tecidos conjuntivos.[6]
Os invasores também são chamados de infiltrantes.
Classificação por estágios
O estadiamento do câncer de mama é feito usando o sistema TNM (Tumor-Nodo-Metástase) , que avalia o nível de comprometimento causado pelo tumor, a presença de comprometimento dos linfonodos e a presença de metástase distante do tumor original.[4]
Assim como qualquer tipo de cancro, o cancro da mama pode se espalhar para outras partes do corpo, ocorrendo a chamada metástase. Por esta razão, é muito importante detectá-lo o quanto antes, principalmente nos estágios iniciais, aumentado assim, as chances de tratamento menos agressivo e de cura. Em casos mais avançados, aconselha-se a quimioterapia como forma de combate ao tumor. Os locais mais comuns de metástases a distância ou disseminação do cancro de mama são a pele , linfonodos, ossos , pulmão e fígado.
No homem
Homens também podem desenvolver câncer de mama, mas sem a genética favorável o risco é de menos de 1%. No homem o risco está exclusivamente associado a alterações no BRCA2 (gene nomeado pelo nome em inglês: BReast CAncer 2), quando o risco sobe para 7% de desenvolver a doença. Alteração no gene BRCA1 não aumentam o risco.[7]
Epidemiologia
Número de mortes por câncer de mama a cada 10.000 habitantes.[8]
Todos os anos mais ocorrem mais de 1 milhão de casos novos no mundo, tornando o câncer de mama a neoplasia maligna mais comum nas mulheres e sendo responsável por 18% de todos as neoplasias femininas. As estatísticas indicam um aumento de sua freqüência deste diagnóstico tanto nos países desenvolvidos quanto nos países em desenvolvimento.[9] É o segundo tipo de câncer mais comum no mundo, depois do câncer de pele.[10]
No Brasil
É o tipo de câncer mais comum nas mulheres seguido pelos cânceres de colo uterino, cólon e reto, pulmão e estômago. Segundo a OMS esse é um índice similar nos países desenvolvidos. É também uma das causas mais comuns de mortes por câncer em mulheres, mesmo não sendo o mais letal, em virtude da grande quantidade de casos.[11]
A maioria dos casos de câncer de mama no Brasil ocorrem em São Paulo (39.8% dos casos), depois vem o Rio de Janeiro (28.7%), Rio Grande do Sul (19.8%), Bahia (14.3%), Roraima (9.7%), Pará (7.7%), Acre (4.8%), Rio Grande do Norte (2.1%) e Espírito Santo (0.9%).[carece de fontes?]
Entre 2000 e 2008 o número de casos em São Paulo aumentou 41,8%, sendo 44.312 dos casos registrados em mulheres e 397 em homens, a grande maioria dos casos entre mulheres de 40 a 60 anos, sendo apenas 10% dos casos em mais jovens.[12] Em 2003 São Paulo teve a maior quantidade de novos casos diagnosticados, com 94 a cada 100.000 habitantes, seguida pelo Distrito Federal com 86,1/100.000 e Porto Alegre com 66,5/100.000.[13] Um dos motivos possíveis para esse elevado número de casos nas capitais é o alto consumo de álcool e tabaco e maior intoxicação com estimulantes dos hormônios femininos e com pesticidas nos alimentos.[14]
Prognóstico
A idade é um importante fator prognóstico, sendo os de melhor prognóstico os casos entre os 40 e 60 anos e os de pior prognóstico os mais precoces (antes dos 35) e os mais tardios (após os 75).[15][16]
A expressão aumentada do oncogeneI V cerbB-2 indica maior atividade metastática e ocorre em 20% dos casos, indicando maior risco de recidiva precoce.[17] Outro fator importante é a expressão do gene p53, que pode indicar pior prognóstico quando elevada.[18]
Especula-se que os genes BRCA1 (localizado no cromossomo 17q 12-21) e BRCA2 (localizado no cromossomo 13q 12-13) atuem como genes supressores de tumor. Mutações em um desses genes e no alelo remanescente deixariam o organismo vulnerável.[19]
A catepsina é outro fator prognóstico potencialmente importante, para qual aplicações clínicas porém os resultados sobre sua significância são contraditórios.[20][21]
Mortalidade
Apesar de ser a neoplasia que mais mata mulheres, está longe de ser a doença mais letal tanto em quantidade quanto em gravidade. No mundo, tanto problemas cardíacos quanto derrame cerebral matam mais de dez vezes mais do que câncer de mama. Além disso, cerca de 22% dos casos regride mesmo sem intervenção.[22]
Segundo o INCA, o câncer de mama é responsável por apenas 6,6% de todas as mortes por câncer no Brasil.[23] Mais de 85% das vítimas deste câncer sobrevivem mais de 5 anos após o surgimento do tumor.[24]
Hormônios femininos
Um fator já bem estabelecido é o dos receptores de estrogênio (RE) e progesterona(RP). Os pacientes com tumores com receptores de estrogênio positivos tendem a ter um prognóstico mais favorável que àqueles com receptores negativos.[25] Por outro lado, pacientes com altos níveis de receptores de estrogênio experienciam um grande benefício com o uso adjuntivo da terapia hormonal.[26]
Medicamentos para bloquear a ação dos hormônios femininos frequentemente são usados para evitar que o câncer retorne. Quanto maior a fase reprodutiva maior a chance de desenvolver câncer. Assim induzir a menopausa artificialmente pode ser uma medida preventiva em casos de risco muito elevado.[27]
Sintomas
A retração é explicada pela presença de fibrose peritumoral que fixa o tumor firmemente os músculos (fáscia) superficiais e/ou profundos do músculo peitoral, puxando a pele para dentro.
O cancro não causa dor física a não ser indiretamente estágios avançados. Por essa razão é importante que se faça o auto-exame da mama para sua identificação precoce. O cancro da mama pode apresentar diversos sintomas:[28]

• Aparecimento de nódulo ou endurecimento da mama ou debaixo do braço;
• Mudança no tamanho ou no formato da mama;
• Alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama ou da aréola;
• Secreção contínua por um dos ductos;
• Retração da pele da mama ou do mamilo;
• Inchaço significativo ou distorção da pele e ou mucosas.

Prevenção

Mulheres com mais de 40 anos devem fazer o auto-exame pelo menos uma vez por ano.
No ano de 1990 no Brasil apenas 8% das mulheres acima de 40 anos fizeram mamografias pelo SUS (sistema que atende 70% dos brasileiros).[29] No Hospital do Câncer I do Instituto Nacional de Câncer (INCA1), no ano de 1998, 44,8% das mulheres só foram diagnosticadas no estágio III e 16,3% no estágio IV. Apenas 6,3% foram o seu diagnóstico nos estágios 0 ou I.[30]
A susceptibilidade ao câncer de mama ocorre por herança tanto paterna quanto materna, e o risco aumenta de acordo com o número de indivíduos afetados na família. O carcinoma é mais comum em mulheres com sobrepeso e que fazem pois dietas gordurosas aumentam a presença de bactérias capazes de converter colesterol e estrógeno.[31]
Em caso de suspeita ou anualmente após os 40 anos deve ser feita uma mamografia, porém, no Brasil, mais de 75% dos mamógrafos estão em clínicas particulares, restritos apenas aos que possuem planos de saúde ou condições financeiras para pagar o exame.[32] A dificuldade na realização de mamografia e a demora no atendimento hospitalar desmotiva muitas mulheres a fazerem diagnósticos preventivos.
Em caso de pacientes de alto risco, (Casos na família, hormônios femininos elevados e genes BRCA1 ou/e BRCA2), o Cancer Genetics Consortium (CGSC) pode ser feito uma mastectomia e retirada dos ovários preventivamente.
Tratamento
O tratamento depende do estadiamento do câncer e pode ser feito com radioterapia, quimioterapia e/ou cirurgias. Frequentemente é necessário realizar uma mastectomia no seio afetado.
Apoio psicológico
O bem estar emocional é muito importante para manter um organismo saudável com um sistema imunológico eficaz e uma regeneração mais rápida de doenças. 15% das pacientes desenvolvem um episódio de depressão maior em menos de 10 dias após o diagnóstico. Outros transtornos psicológicos como transtornos de ansiedade também são comuns. Pacientes depressivas e desesperançosas tinham prognóstico pior mesmo quando as outras variáveis eram levados em conta.

CENTRO COMUNITÁRIO JOSVANREPAILLE DO SITIO DO CONDE

quarta-feira, 6 de julho de 2011

SITIO DO CONDE, NOTA DE FALECIMENTO



Morreu hoje pela manhã em salvador, a Srª conhecida como carmelita ex-espousa do Sr. conhecido como peba.

sábado, 2 de julho de 2011

HOJE! OS MORADORES DA SIRIBINHA HOMENAGEA O DOIS DE JULHO






Comunidade da siribinha faz homenagen a dois de julho, a noite terá shows com bandas locais.
Em meio aos badalados points do litoral norte baiano se esconde uma pequena vila de pescadores. Todo o vilarejo se resume a apenas uma rua de areia com casinhas simples e coloridas entre a praia e o rio. Erguida sobre dunas, dentre coqueirais e praias selvagens, Siribinha é uma mistura de paisagem indescritível, com muita paz e frutos do mar!
Se você está em busca de paz e muita natureza à beira mar, pode eleger Siribinha como um dos seus destinos, sem pestanejar. Perto da divisa com Sergipe, o vilarejo é o local ideal para curtir a natureza durante o dia e relaxar à noite ao som do mar iluminado pelas estrelas. Aí não há barzinhos movimentados nem os shows de axé que agitam o verão baiano. Siribinha é um dos poucos refúgios no litoral norte da Bahia para quem quer aproveitar o verão para descansar e pegar uma praia sossegada.
A faixa de praia extensa e plana é ótima para mergulho em mar aberto e gostosos passeios ao entardecer. Mas é na Barra de Siribinha que se tem a paisagem mais bela e o melhor banho da região. Se tiver disposição, faça uma caminhada de 2 km pela praia, até a Barra, na divisa entre os municípios do Conde e Jandaíra. No encontro do rio com o mar, a água salobra é calma e as barracas de praia, feitas com madeira e palha de coqueiro, servem comidas e bebidas ao visitante que quiser passar o dia à beira do rio. A beleza do lugar é tanta que já foi cenário para o filme Tieta do Agreste.
O local também é excelente para a pesca do robalo, peixe bastante consumido na região. Aproveite e se delicie com os caldinhos de frutos do mar, a deliciosa casquinha de siri, as saborosas moquecas de caçonete.
A magia do lugar também está no jeito curioso como as casas são cobertas com conchas de mariscos; na maneira como as mulheres pescam caranguejos no mangue, batendo em latas de querosene e entoando cânticos; na simplicidade como os nativos recebem o visitante. A vila não oferece muito conforto e as barracas de praia ainda mantém um tom rústico e simples dos locais pouco explorados pelo turismo. A pequena infra-estrutura para o turista é composta por pousadas simples, restaurantes e barracas de praia.

Passeio no Rio

O rio Itapicuru é um dos atrativos de Siribinha. Ótimo para a pesca, o rio oferece a possibilidade de renda aos moradores locais e bons passeios aos visitantes. De barco, é possível conhecer os portos naturais da região e navegar através dos braços e canais do Itapicuru. Em alguns trechos, o manguezal se fecha formando túneis por onde circulam apenas pequenas canoas.
O passeio mais procurado é o que leva ao Cavalo Russo, uma duna de cerca de 30 metros de altura, onde o visitante se diverte escorregando pela areia branca e fina até mergulhar na água doce do rio. A excursão custa R$ 25, para duas pessoas. Quem quiser estender o passeio, pode caminhar pelas dunas até Cajueirinho, uma nascente de água doce que surge na raiz de um cajueiro.

Caminhadas á beira mar

Para os que gostam de passeios na praia, pode-se atravessar o rio de barco e seguir em caminhada ou buggy pela areia dura e fina até Costa Azul, a 14km. Para os mais aventureiros, é possível chegar até Mangue Seco, que está a 42 quilômetros da Barra. Acorde cedo, passe o protetor solar e aproveite tudo que as praias da região podem oferecer!
Como chegar em Siribinha
De Salvador, segue-se pela Estrada do Coco e Linha Verde (BA-099), até o município de Conde, a 180 km de Salvador. Daí será preciso percorrer mais 10 km até Sítio de Conde e seguir por uma via de terra sentido norte por mais 12 km até Siribinha. O caminho beira o mar e passa por belas paisagens de dunas, manguezais, lagoas e coqueirais. Mas atenção, por ser muito próxima à praia, a estrada é arenosa, mas permite passagem de carros pequenos.

Programação – Comemoração da independência da Bahia- Dois de Julho


Após o grito de independência, feito por D. Pedro l, em 07 de setembro de 1822, o Brasil continuou controlado pelos portuguêses. No dia 02 de julho de 1823, o Brasil se tornou verdadeiramente livre de Portugal.

06h – Alvorada com queima de fogos no Largo da Lapinha.
08h – Organização do Cortejo Cívico.
09h – Hasteamento das Bandeiras por Autoridades, com a execução do Hino Nacional pela Banda de Música da Marinha do Brasil. Colocação de Flores, pelas autoridades, no monumento ao General Labatut. Entrega dos Carros Emblemáticos – Discurso da Presidente do IGHBA, Profª. Consuelo Pondé de Sena. Recebimento dos Carros Emblemáticos – Discurso Exmº Senhor Prefeito da Cidade do Salvador, Dr. João Henrique de Barradas Carneiro. Execução do Hino ao 2 de Julho pela Banda de Música da Marinha do Brasil.

09h30 – Início do Cortejo Cívico
Homenagem aos Heróis da Independência: breve parada em frente ao Convento da Soledade. Homenagem da Ordem Terceira do Carmo: breve parada em frente à Ordem, para pronunciamento de um membro da Instituição.
Homenagem da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos: breve parada em frente à Igreja.
11h – Recolhimento dos Carros Emblemáticos dos Caboclos nos caramanchões da Praça Thomé de Souza.

14h – Organização do Cortejo Cívico.
15h – Homenagem da Câmara Municipal aos Heróis da Independência.
Pronunciamento do Exmº Presidente da Câmara Municipal de Salvador, Vereador Pedro Godinho.

15h30 – Início do Cortejo Cívico.
16h30 – Previsão de chegada dos Carros Emblemáticos e das Autoridades ao Campo Grande

A INDEPENDENCIA DA BAHIA


A Independência da Bahia[nota 1] foi um movimento que, iniciado em 1821 (mas com raízes anteriores) e com desfecho em 2 de julho de 1823, motivado pelo sentimento federalista emancipador de seu povo, terminou pela inserção daquela então província na unidade nacional brasileira, durante a Guerra da independência do Brasil.
Aderira Salvador à Revolução liberal do Porto, de 1820 e, com a convocação das Cortes Gerais em Lisboa, em janeiro do ano seguinte, envia deputados como Miguel Calmon du Pin e Almeida na defesa dos interesses locais. Divide-se a cidade em vários partidos, o liberal unindo mesmo portugueses e brasileiros, interessados em manter a condição conquistada com a vinda da Corte para o país de Reino Unido, e os lusitanos interessados na volta ao status quo ante.[1]
Dividem-se os interesses, acirram-se os ânimos: de um lado, portugueses interessados em manter a província como colônia, do outro brasileiros, liberais, conservadores, monarquistas e até republicanos se unem, finalmente, no interesse comum de uma luta que já se fazia ao longo de quase um ano, e que somente se faz unificada com a própria Independência do Brasil a partir de 14 de junho de 1823, quando é feita na Câmara da vila de Santo Amaro da Purificação a proclamação que pregava a unidade nacional, e reconhecia a autoridade de Pedro I.[1]
Na Bahia a luta pela Independência veio antes da brasileira, e só concretizou-se quase um ano depois do 7 de setembro de 1822: ao contrário da pacífica proclamação às margens do Ipiranga, só ao custo de milhares de vidas e acirradas batalhas por terra e mar emancipou-se de Portugal, de tal modo que seu Hino afirma ter o Sol que nasceu ao 2 de julho brilhado "mais que o primeiro".

Sementes da luta
A partir da Conjuração Baiana (1799), pode-se afirmar que na Bahia, mais até que em Minas Gerais quando da Inconfidência Mineira (1789), estava arraigado na população o sentimento de independência em relação a Portugal. Se em Minas o conciliábulo se deu entre as famílias mais abastadas, na Bahia gente humilde participou ativamente, como por exemplo colando cartazes nas ruas concitando o apoio de todos.
A Revolução liberal do Porto (1820) teve enorme repercussão na Bahia, onde era grande o número de portugueses. Como desdobramento, em fevereiro de 1821 uma conspiração de cunho constitucionalista eclodiu em Salvador. Dela participaram Cipriano Barata, José Pedro de Alcântara, o capitão João Ribeiro Neves e outros. Detido o Comandante das Armas e soltos os soldados presos, foi lida uma proclamação que exortava:
"Os nossos irmãos europeus derrotaram o despotismo em Portugal e restabeleceram a boa ordem da nação portuguesa (...) Soldados! A Bahia é nossa pátria e nós não somos menos valorosos que os Cabreiras e Sepúlvedas! Nós somos os salvadores do nosso país; a demora é prejudicial, o despotismo e a traição do Rio de Janeiro maquinam contra nós, não devemos consentir que o Brasil fique nos ferros da escravidão."
E concluía: "Viva a constituição e cortes na Bahia e Brasil - Viva El-Rei D. João VI nosso soberano pela constituição. Marcha."
Os conspiradores liberais pretendiam, como em Portugal, uma constituição que limitasse o poder real. Habilmente, alguns foram adrede convencidos de que a verdadeira luta deveria ser pela manutenção do soberano no Brasil, entre eles o futuro marquês de Barbacena, então marechal Felisberto Caldeira Brant Pontes que, apesar de brasileiro, comandou a reação do governo, junto ao então coronel Inácio Luís Madeira de Melo. Lutas ocorreram até à vitória dos revoltosos, sendo aclamado ao povo, na Praça da Câmara, o novo estado de coisas. O Governador, conde da Palma, foi à Câmara Municipal e renunciou.
Portugueses e brasileiros estavam unidos, e constituíram uma Junta Governativa. Mas a situação não iria durar.
Portugueses vs. Brasileiros

Carta da Bahia de Todos os Santos
Com o retorno de D. João VI a Portugal (Abril de 1821), permanecendo no Rio de Janeiro o Príncipe-Regente D. Pedro de Alcântara, que uma carta das Cortes de Lisboa mandava voltar a Portugal, ficou claro aos brasileiros que a antiga metrópole não aceitaria a condição de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Nas tropas, unidas no sentimento constitucionalista, a cisão entre portugueses e brasileiros foi-se acentuando. Ódios acirrados resultaram em muitos conflitos parciais e boatos que, em 12 de Julho de 1821, fizeram os portugueses se reunir no quartel para a defesa de possível ataque dos brasileiros.
A 12 de novembro soldados portugueses saíram pelas ruas de Salvador, atacando soldados brasileiros, num confronto corporal na Praça da Piedade, registrando-se mortos e feridos. A população, temerosa, iniciou um êxodo paulatino para os sítios do Recôncavo. O ano terminou com as tensões em alta.
A 31 de janeiro de 1822 uma nova Junta foi eleita e em 11 de fevereiro chegou a notícia da nomeação do Brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo como Comandante das Armas da província. Era o militar que apoiara o conde da Palma, um ano antes. A ordem da nomeação chegou quatro dias depois. Os baianos tinham um comandante que já se declarara contrário aos seus ideais...
De junho de 1822 a julho de 1823 a luta se prolongou entre o governo provisório da província, eleito em junho, favorável à independência, e as forças portuguesas sob o comando do brigadeiro Madeira de Melo, concentradas em Salvador.
Resistência a Madeira de Melo - a primeira mártir do Brasil
Na Bahia, constituíam-se três facções, que manteriam a luta acesa:
• os partidários da manutenção do regime colonial - quase que exclusivamente integrado por portugueses;
• os Constitucionalistas do Brasil - defensores de uma constituição para o Brasil, enquanto Reino Unido, integrado por portugueses e brasileiros;
• os Republicanos - adeptos da emancipação política, com a adoção de um regime republicano (à semelhança dos Estados Unidos), integrado quase que exclusivamente por brasileiros.
No comando das Armas estava o brigadeiro Manuel Pedro, que fortalecera os brasileiros, antecipando estratégicamente uma refrega. A sua destituição e a nomeação de Madeira de Melo foi duro golpe no partido nacional.
A posse de Madeira de Melo foi obstada pelos brasileiros, sob pretexto da ausência de pequenas formalidades. Enquanto isso, o povo passou a defender o nome de Manoel Pedro. Madeira de Melo buscou apoio junto aos comerciantes portugueses da cidade, além dos regimentos de Infantaria (12º), de Cavalaria e das unidades da Marinha Portuguesa. Por seu lado, os brasileiros na Bahia contavam com a Legião de Caçadores, o regimento de Artilharia e o 1º Regimento de Infantaria.
A 18 de fevereiro de 1822 reuniu-se um conselho de vereadores, juízes e Junta Governativa para dirimir a questão da posse. Como solução foi proposta uma junta militar, sob a presidência de Madeira de Melo. Na prática, era a sua vitória sobre os interesses contrários.


Joana Angélica
As tropas portuguesas estavam de prontidão desde o dia 16, enquanto os marinheiros percorriam as ruas, fazendo provocações - Madeira de Melo fizera constar que, ocorrendo qualquer ameaça à constituição, agiria sem consultar a Junta Militar. Vitorioso, desfilou pelas ruas, inspecionando as fortificações, desafiando as guarnições de maioria nacional. Na madrugada do dia 19 ocorreram os primeiros tiros, no Forte de São Pedro, para onde acorreram as tropas portuguesas, vindas de São Bento. Salvador transformou-se numa praça de guerra, e confrontos violentos ocorreram nas Mercês, na Praça da Piedade e no Campo da Pólvora.
Apesar da encarniçada defesa, as tropas portuguesas tomaram o quartel onde se reunia o batalhão 1º da Infantaria. Os marinheiros portugueses festejaram a vitória, tendo atacado casas, pessoas e invadido o Convento da Lapa onde haviam se refugiado alguns revoltosos, vindo a assassinar a sua abadessa, Sóror Joana Angélica.
Restava tomar o Forte de São Pedro. Madeira de Melo preparou-se para bombardear a fortificação - uma das poucas inteiramente em terra, no centro da cidade. No cerco, foram atacados nos lados do Garcia. No dia seguinte, o forte rendeu-se, evitando-se o derramamento de sangue. O brigadeiro Manuel Pedro foi preso e enviado a Lisboa.
No poder, o "Partido Português" atemorizava os brasileiros. A 2 de março de 1822, Madeira de Melo finalmente prestou juramento perante a Câmara de Vereadores.


Salvador, detalhe do "monumento ao 2 de Julho" na Praça do Campo Grande
Julho de 1822 - a Bahia conflagrada
Os brasileiros ainda na capital reagiram com pedradas às ações militares de Madeira de Melo e, na procissão de São José (21 de março de 1822), os portugueses foram apedrejados.
Sobre esse episódio, Madeira de Melo registrou:
"Então viu-se nesta cidade reunir-se uma multidão de negros a fazer depósitos de pedras em alguns lugares muito públicos, como o Largo do Teatro e ruas adjacentes; tomaram suas posições e logo que apareceu uma procissão que era feita por naturais da Europa, atiraram sobre ela uma infinidade de pedradas (...) Chegada a noite, reuniram-se grandes magotes em diferentes sítios e apedrejaram todos os soldados e mais pessoas que viram ser Europeus (...)"[2]
Respondia pelos interesses dos baianos um jornal, o "Constitucional", de Francisco Corte Imperial e Francisco Gê Acaiaba de Montezuma (que veio a compor o primeiro governo durante as lutas), que dava vazão aos sentimentos da maioria do povo.
A cidade de Salvador assistia à debandada, a cada dia maior, dos moradores, que aumentou diante da chegada de reforços a Madeira de Melo: um navio, dos que levavam tropas do Rio de Janeiro de volta a Portugal, aportou na capital, ali deixando seus soldados.
Consulta às Câmaras Municipais
Os deputados da província da Bahia nas Cortes de Lisboa (entre os quais Luís Paulino d'Oliveira Pinto da França, que chegou a ser enviado por D. João VI para negociar com Madeira de Melo - chegando após o desfecho do conflito), consultaram por carta os seus distritos, indagando qual a opinião das municipalidades sobre qual deveria ser a relação da Bahia com a metrópole. Tomando a frente, as vilas de Cachoeira e São Francisco do Conde, seguidas pelas demais, manifestaram-se favoráveis a que a província passasse para a regência de D. Pedro, no Rio de Janeiro. Havia, por trás destas declarações, nítida vontade de separação de Portugal, a quem já tinham como a figura opressora.
Uma escuna militar foi mandada por Madeira de Melo para Cachoeira. A 25 de junho de 1822, reuniram-se na Câmara Municipal de Cachoeira os nomes de Antônio de Cerqueira Lima, José Garcia Pacheco de Aragão, Antônio de Castro Lima, Joaquim Pedreira do Couto Ferraz, Rodrigo Antônio Falcão Brandão, José Fiúza de Almeida e Francisco Gê Acaiaba de Montezuma, futuro visconde de Jequitinhonha, tendo como resultado a consulta ao povo, pelo Procurador do Senado da Câmara, "se concordava que se proclamasse Sua Alteza Real como Regente Constitucinal e Defensor Perpétuo do Brasil, da mesma forma que havia sido no Rio de Janeiro". O povo respondeu com entusiasmo que "Sim!".
Em comemoração, a vila iniciou em seguida um desfile da cavalaria que marchou pelas ruas, celebrando-se uma missa. Durante o desfile popular, foram disparados tiros em sua direção, vindos da casa de um português e da escuna fundeada ao largo. O tiroteio seguiu por toda a noite e no dia seguinte.
Em Cachoeira constitui-se a "Junta de Defesa"
Os partidários "brasileiros" reuniram-se na cidade de Maragojipe, a 23 km de Cachoeira, em novembro de 1822 e decidiram então que todos ficariam do lado de D.Pedro e contra a corôa portuguesa. Proclamaram uma Junta Conciliatória e de Defesa, para governo da cidade, em sessão permanente, recebendo a adesão de muitos portugueses. Dentre esses brasileiros, destacavam-se Rodrigo Antônio Falcão Brandão, depois feito primeiro barão de Belém, e Maria Quitéria de Jesus. Foi constituída uma caixa militar e instaram ao comandante da escuna portuguesa para que cessasse o ataque, obtendo como resposta uma ameaça.
O povo reagiu e teve lugar o primeiro combate pela tomada da embarcação que, cercada por terra e água, resistiu até à captura e prisão dos sobreviventes, em 28 de junho de 1822. As vilas do Recôncavo foram aos poucos aderindo à de Cachoeira. Salvador tornou-se alvo de maiores opressões de Madeira de Melo, e o êxodo da população ganhou intensidade.
As municipalidades se organizaram para um combate, treinando tropas, cavando trincheiras. Pelo sertão chegavam as adesões. Posições estratégicas foram tomadas nas ilhas do Recôncavo, em Pirajá e Cabrito. As hostilidades iniciaram-se e as suas notícias espalharam-se pela Província e pelo restante do país. Itaparica já aderira. Para lá enviou Madeira de Melo uma expedição, que chegou atirando. O povo fugiu, engrossando as hostes que se concentravam no Recôncavo.
Miguel Calmon, futuro Marquês de Abrantes, primeiro governador da Bahia "livre"
Em Cachoeira foi organizado um novo Governo, para comandar a resistência, a 22 de setembro de 1822, sob a presidência de Miguel Calmon do Pin e Almeida, futuro Marquês de Abrantes.
Todos estes movimentos foram comunicados ao Príncipe-Regente. De Portugal, 750 soldados enviados como reforço para a manutenção da ordem na Bahia, chegaram em agosto.
Proclamada a Independência do Brasil (Setembro), em outubro de 1822 chegou do Rio de Janeiro o primeiro reforço aos patriotas baianos, sob o comando do francês general Pedro Labatut. Era uma tropa constituída quase toda por portugueses, já que ainda não existia um exército verdadeiramente nacional. O seu desembarque foi impedido, indo aportar a Maceió, em Alagoas, de onde veio, por terra – conseguindo assim arregimentar mais elementos ao fraco contingente.
Labatut assumiu o comando das operações, sendo mais tarde substituído nessa função pelo general José Joaquim de Lima e Silva.
As batalhas
Diversas batalhas foram travadas, levando o nome dos lugares onde os combates ocorreram.
Pirajá
Tendo recebido reforços, Madeira de Melo desferiu um grande golpe contra as tropas brasileiras em Pirajá, conduzindo as suas forças para a Estradas das Boiadas (ver também: Liberdade). Assim registrou Tobias Monteiro, em "A elaboração da independência":
"A luta foi tremenda, a resistência heróica; mas após quase cinco horas de refregas, acudindo reforços chegados da cidade e para não ver o exército bipartido, os independentes estavam ao ponto de recuar e escolher na retaguarda melhor ponto de defesa.
Já galgavam os atacantes as encostas dos montes, certos de levar de vencida o inimigo, quando ouviram o toque sinistro de avançar cavalaria e degolar. O corneta, a quem o major Barros Falcão, que comandava a ação naquele ponto, dera ordem de tocar retirada, trocara, por conta própria, o toque destinado a anunciar a derrota dos irmãos de armas, pelo do ataque inesperado, donde veio a desordem e o pânico dos portugueses. (nota abaixo sobre o Corneteiro Lopes)
O estratagema providencial de Luís Lopes, que assim se chamava esse lusitano aderente à causa do Brasil, transformou subitamente a ação. Espantados da presença dessa cavalaria imaginária, com que não contavam, os portugueses estremeceram indecisos e, por fim, recuaram. Sem perda de um momento, prevalecendo-se os brasileiros da situação, ordenaram a carga de baioneta. As hostes quase vitoriosas vinham agora de roldão sobre a planície, fugindo amedrontadas, envolvendo as reservas na mesma dispersão e na mesma derrota.
Depois desse desastre e do último malogro da ação sobre Itaparica, o exército de Madeira ficou em total abatimento, que não pôde renovar reforços para dominar além da capital."
Em maio de 1823, chegou à costa da província a esquadra comandada por Thomas Cochrane, para participar do bloqueio marítimo à capital da província. A derrota final de Madeira se deu em 2 de julho de 1823.
2 de julho: data máxima da Bahia
Entrada do Exército Libertador, segundo tela de Presciliano Silva, mostra a passagem dos soldados pelo arco feito pelas freiras do Soledade.
Não houve rendição de Madeira de Melo; este simplesmente embarcou, derrotado, com o que lhe restava de tropas na capital, cerca de quatro mil e quinhentos homens, que tomaram 83 embarcações. As primeiras tropas brasileiras que entraram na capital foram as que estacionavam em Pirajá e seguiram até São Caetano, sob o comando do coronel João de Souza Meira Girão, trecho da antiga "estrada das boiadas" que, depois, passou a chamar-se Estrada da Liberdade. Teriam sido recebidos, segundo a tradição, por um arco do triunfo feito em flores pelas irmãs do Convento da Soledade. Também ali seguiam José Joaquim de Lima e Silva, à frente do Batalhão do Imperador e comandante-em-chefe e o Coronel Antero José Ferreira de Brito com os homens que tomaram as trincheiras da Lapinha e Soledade.[3]
Outras tropas ingressaram na cidade, ocupando-lhe os quartéis e pontos-chave de sua defesa:
1. Felisberto Gomes Caldeira saiu de Armação e Rio Vermelho rumo ao Tororó, Barra, Graça e Corredor da Vitória, ocupando os quartéis do Campo da Pólvora, Palma, Gamboa e Forte de São Pedro, e ainda a Casa da Pólvora, nos Aflitos.[3]
2. Major José Leite Pacheco, saindo de Armação e da Pituba, segue pela área conquistada pelo Major Silva Castro em Cruz de Cosme e vai para o Carmo. Ocupam o Convento do Carmo, e postos em São Bento, Piedade, Jerusalém (ou Hospício), Noviciado (atual São Joaquim) e Santa Tereza.[3]
Ao todo chegam a Salvador, no 2 de julho, um total de 8.686 oficiais e soldados, sem contar as mais de mil mulheres que os acompanhavam no auxílio, cozinha e socorro.[3]
Folclore da Independência
Uma luta tão duradoura, tão visceralmente ligada às aspirações de um povo, deixou um variado legado no folclore. O historiador José Calasans registrou algumas quadrinhas que eram cantadas, de ambos os lados (portugueses e brasileiros)[4]:
• Dos portugueses, parodiando aquele que era então o Hino do Brasil:
Brava gente brasileira
Do gentio da Guiné
Que deixou as cinco chagas
Pelos ramos do café.
"cinco chagas" referia-se à bandeira portuguesa
"ramos do café", alusão à bandeira adotada por Pedro I.
• Dos brasileiros, contra seus adversários, as quadrinhas:
Labatut jurou a Pedro,
Quando lhe beijou a mão,
Botar fora da Bahia
Esta maldita nação!
O Madeira queria
se coroar!
Botou uma sorte,
Saiu-lhe um azar!
Nas batalhas
• Intervenções divinas:
Registra ainda Calasans um fato narrado pelo folclorista João da Silva Campos, em que Santo Antônio protagoniza uma curiosa intervenção na retirada das tropas do brigadeiro Manuel Pedro de Salvador, possibilitando assim a organização das forças de resistência em Cachoeira: "A soldadesca d'el-rei deu para trás com precipitação, ante os repetidos golpes do estranho guerreiro de burel que, ao demais, parecia blindado contra as balas (...) Mais tarde explicaram os reinóis a causa de haverem cedido terreno àqueles. Então os nacionais, que não tinham visto frade algum à testa dos seus pelotões, atribuíram a Santo Antônio a façanha de, esposando a causa da Independência do Brasil, haver-se oposto de arma em punhos aos seus compatriotas".[4]
Já na batalha do Rio Vermelho foi a aparição da Senhora Santana que, estando as tropas descansando, avisou-as da chegada do inimigo, evitando assim o ataque surpresa e possibilitou a vitória aos brasileiros.[4]
O Corneteiro Lopes
Segundo José Calasans foi possivelmente o historiador Inácio Acioli de Cerqueira e Silva, na obra Memórias Históricas e Políticas da Bahia quem primeiro explicou a vitória baiana na Batalha de Pirajá como decorrente de um toque errado de corneta. Temendo ficar sitiado, o Major José de Barros Falcão, no comando de posição-chave, mandara tocar a retirada, mas o corneteiro Luís Lopes, um português que combatia do lado brasileiro, fez o oposto: deu o toque primeiro de avançar cavalaria e, em seguida, o degola: os inimigos, acreditando a chegada de reforços, saem em debandada e os brasileiros, quase derrotados, saem vitoriosos da pugna.[4]
O episódio descrito por Acioli é repetido na obra de Braz do Amaral, mas o Barão do Rio Branco, apesar de conhecedor daquela obra, omite tal passagem. Ganhara a passagem o tom lendário, até que pesquisas ulteriores deram conta ao registro feito por D. Pedro II em seu diário, sobre o relato feito ao Imperador pelo Barão de Cajaíba, que tomara parte dos combates: "um corneta trânsfuga português que descompunha, por meio de toques, o exército lusitano, e neste dia, tocando a retirar, fez com que avançassem os lusitanos para debandarem para o lado do campo de Cabrito e da cidade, logo que ouviram os vivas dados a meu pai, pelo major de Pernambuco Santiago".[4]
O "Caboclo"
Importante participação nas lutas teve o elemento indígena, identificado simbolicamente como o "verdadeiro brasileiro", o dono da terra, que somara seus esforços aos demais combatentes. A Bahia rendeu-lhe homenagens sempre ostensivas e, em 1896, no monumento erguido na capital baiana, a figura do caboclo encima - tal qual a do Almirante Horatio Nelson na Coluna de Nelson em Londres - aquele importante marco.
Na cidade de Caetité, que todos os anos festeja o 2 de Julho com grande pompa, a figura de uma cabocla surge num dos carros, matando o "Dragão da Tirania", que representa o colonizador vencido.[5]
Resquícios: o "Mata-Maroto"
Chamando aos portugueses pejorativamente de marotos (o mesmo que marujos, já que vieram ter ao Brasil por mar), durante o período regencial[6] (cerca de uma década apóa as lutas, portanto), tão logo se espalha a notícia da abdicação de D. Pedro I, na capital e em cidades do interior como Rio de Contas e Caetité, ocorrem perseguição dos nativos aos lusitanos.
Em Salvador e Recôncavo os piores incidentes tiveram lugar especialmente em 1831, quando João Gonçalves Cezimbra, assumindo o governo, compromete-se a nomear tão-somente brasileiros para o comando dos batalhões. O português Francisco Antônio de Sousa Paranhos mata o brasileiro Vitor Pinto de Castro, crime que acirrou inda mais os ânimos. Em dado momento chega-se a falar em rompimento do estado com a criação de uma federação.[7]
Referências
1. ↑ a b Luís Henrique Dias Tavares in: Diversos. Aspectos do 2 de Julho. [S.l.]: Secretaria estadual de educação e cultura, 1973. sem numeração p.
2. ↑ Braz do Amaral. História da Independência.... 2ª ed. [S.l.]: Livraria Progresso, Salvador, 1957. 169-170 p.
3. ↑ a b c d TAVARES, Luís H. Dias. Independência do Brasil na Bahia, pp. 219-221
4. ↑ a b c d e José Calasans Brandão da Silva, O Folclore da Independência, in: Diversos autores. Aspectos do 2 de Julho. [S.l.]: Secretaria estadual de educação e cultura, 1973. pág. sem numeração p.
5. ↑ Koehne, André (julho/agosto 2009). "Dois de julho em Caetité: O sertão e a independência da Bahia". Revista Integração XVI (101): 8-10. Guanambi: Gráfica Papel Bom.
6. ↑ João Ribeiro. História do Brasil (João Ribeiro). [S.l.]: Livraria Cruz Coutinho, Rio de Janeiro, 1901, 2ª ed.. 360 p.
7. ↑ TAVARES, História da Bahia, op. cit., "Mata-Maroto", págs. 259-261.
Maria Quitéria, heroína da independência da Bahia
• O Corneteiro Lopes, o filme
• Casa da Torre
• Felisberto Gomes Caldeira
• Joana Angélica
• Major Antônio Maria da Silva Torres
• Maria Quitéria
• Thomas Cochrane
• Festa da Independência da Bahia
• Sítio com mais informações sobre o 2 de Julho (em português) no iBahia.com.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

OS PREPARATIVOS DO ARRÁIAL DO JORJÃO, JÁ ESTÃO PRONTOS PARA O FORROZÃO, TRÊS NOITES DE FESTAS.





Eitá! que este ano o arráial do jorjão esta completando 20 anos de realizações!!! E sete anos de forró no p. falhado. Parabéns jorjão!!! Convida a todos para participar mais um ano de pura alegria, com a seguinte programação:

Dia 01 de julho, apartir das 19:00 hs, gicana, apresentação de quadrilhas, pau de sebo e shows com as bandas camisa molhada e rodrigo dos teclados.

Dia 02 de julho apartir da 19:00 hs, quebra pote, corrida de saco, apresentação de quadrilhas e depois shows com as bandas sensação músical e trio nordeste

Dia 03 de julho apartir das 19:00 hs, apresentação de capoeira, bingo e show com as bandas ( atração surpresa)

Havera também, barracas com comidas e doces tipicos da região, bingos todos os dias.

vocês não podem perder, venha fazer parte desse arráial contribuindo com um kg de alimento não perecivel ou uma peça de roupa, Jorjão agradece a participação de todos.

Realização: Prefeitura Municipal do Conde, Governo trabalhando com você.
Apoio: Valdeir celular, Salomão, Edmir Lima, Mercadinho Mix Litoral Norte, Lojas esparço moveis e eletro

Organização:Joseval Evangelista Santos (Jorjão)

DESFILE DE MASCARADOS TOMA CONTA DAS RUAS DO SITIO DO CONDE


Nesse primeiro domingo dia 03 a 31 de julho começa,
O tradicional desfile de mascarados do Sitio do Conde, é um dos tradicionais eventos da cidade. O desfile toma conta das ruas da cidade e trás animação todo o mês de julho, durante os domingos, no final do mês, quando acontece no ultimo domingo, o concurso do mascarado mais bonito e o mais feio. Em reconhecimento à criatividade destes tradicionais mascarados, a prefeitura premia os melhores nas categorias adulto e mirim: No final do concurso a noite fica por conta de shows de bandas locais.

VENHE AI ! O FORRÓ DO JORJÃO.


no proximo final de semana, nos dias 01,02 e 03 de julho, será realizado o grande forró do Jorjão, na travessa Sizinio Mendes (conhecida como p.falhado) no Sitio do conde.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A FESTA DOS PESCADORES, DEU INICIO AS 10:00 DA MANHÃ DE HOJE, E TERMINOU AS 07:00 DA NOITE

Pescadores e marisqueiras e comunidade participaram da festa, com muita comidas e bebidas, o forró ficou por conta de uma atração local, dudu bahia e banda.





segunda-feira, 27 de junho de 2011

SÃO PEDRO, PESCADOR, APOSTOLO E PRIMEIRO PAPA


São Pedro, cujo nome de nascimento era Simão, nasceu em Betsaida, na Galiléia. Filho de Jonas, era pescador e casado. André, seu irmão, encontrou Jesus e comentou com Pedro a respeito do Messias. Simão quis conhecer Jesus, e este o elegeu como um de seus escolhidos, trocando seu nome para Pedro, que significa pedra, rocha. A partir deste dia, Pedro deixou de ser pescador de peixes para se tornar pescador de homens.
Pedro tinha um temperamento impulsivo, mas uma imensa generosidade e um grande amor ao Mestre. E Jesus coloca-o em evidência sempre, marcando-o como o futuro chefe da Igreja. Em Cesaréia de Filipe, Jesus diz a Pedro: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do Reino dos Céus, e tudo que ligares sobre a terra será ligado também no céu, e tudo que desligares na terra será também desligado no céu”. (Mt.16 13-20).

Depois da ressurreição, Jesus aparece pela terceira vez aos seus discípulos, junto ao mar de Tiberíades. Após terem comido, Jesus dirige-se a Pedro: “Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros?” Ele respondeu: ´Sim, Senhor, tu sabes que te amo`. Ele lhe disse: “Apascenta os meus cordeiros”. E por três vezes Jesus faz a mesma pergunta e lhe ordena para que pastoreie seus cordeiros (Jo,21,15-17). Era a investidura oficial a Pedro para ser o vigário de Cristo, o pastor supremo do rebanho do Mestre.
Os primeiros 10 capítulos dos Atos dos Apóstolos descrevem a atuação marcante do apóstolo Pedro, o grande líder da comunidade cristã após a morte de Jesus. Integra Matias ao colégio dos Apóstolos para substituir Judas; faz o primeiro discurso no dia de Pentecostes, convertendo 3 mil pessoas; e realiza o primeiro milagre, curando o homem coxo. Também é ele o primeiro a ser preso como responsável pela nova religião e quem convoca o primeiro concílio dos apóstolos, tomando a palavra no conclave.
Segundo a tradição, mais tarde Pedro foi para Antioquia, onde permaneceu sete anos na direção da Igreja, e de lá seguiu para Roma, onde permaneceu até a morte, em 29 de junho do ano 67 d.C, quando foi crucificado de cabeça para baixo por não se achar digno de morrer como o seu Mestre. Foi sepultado onde hoje está a maior igreja do mundo: a Basílica do Vaticano.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

FOTOS DO SITIO DO CONDE

LooGix

 
 
 
 Sítio do Conde: um passeio maravilhoso e inesquecível

O Sítio do Conde é mais um daqueles lugares onde impera a tranquilidade e o clima de vila de pescadores. Altamente indicado para quem busca paz e sossego em meio a natureza e suas paisagens maravilhosas.

Distrito da cidade de Conde, o Sítio tornou-se maior que a cidade e concentra a maior parte da estrutura turística do local.

Os acessos são feitos por estradas de terra e algumas das praias são quase selvagens. O litoral do Sítio do Conde também brinda o turista com boas doses de dunas e mata atlântica. Um passeio maravilhoso e inesquecível.

Ele fica a 6km da sede do Conde e a 9km da Linha Verde, com acesso totalmente asfaltado.

Por se tratar de uma antiga vila de pescadores, o ambiente deste lugarejo mistura uma rusticidade e sofisticação que encanta o visitante.


terça-feira, 21 de junho de 2011

PROGRAMAÇÃO DO SÃO JOÃO DE INDIAROBA SERGIPE 2011.


21/06 FORRODROMO DE INDIAROBA
•LEONARDO
•FORRÓ DOS GORDINHOS
.FORÓ PIMENTA NATIVA
•TOQUE CIGANO
22/06 FORRODROMO DE INDIAROBA
•FORROZÃO CAPIM CANELA
•FORRÓ BRASIL
•VODI XOTE
23/06 FORRODROMO DE INDIAROBA
•FORRÓ FANTÁSTICO
•RABO DE MEL
•JEANE E SONHO REAL
24/06 FORRODROMO DE INDIAROBA
•FORR´DA FOLHA
•DRAGÕES DO FORRÓ
•BETO BARBOSA
25/06 FORRODROMO DE INDIAROBA
•ZUEIRÕES DO FORRÓ
•FEIJÃO DE CORDA
•FORRÓ MAIOR
26/06 FORRODROMO DE INDIAROBA
•FORRÓ DELÍCIA
•DANIELZINHO E FORROZÃO QUARTO DE MILHA
•FOGO NA SAIA
28/06 FORRODROMO DE INDIAROBA – SÃO PEDRO
•XAMEGO DO FORRÓ
•CATUABA COM AMENDOIM
•FORRÓ H2O
29/06 FORRODROMO DE INDIAROBA
•FORRÓ DA FOLHA
•PAINEL DE CONTROLE
•AMOR DE MENINA

segunda-feira, 20 de junho de 2011

PROGRAMAÇÃO DA FAZENDA RANCHO ALEGRE DE MANOELITO ARGOLO BAHIA 2011.




Aviões do Forró, Adelmário Coelho,

Dominguinhos e mais, dia 26 de Junho.

Victor e Leo 22/06/11 em Entre Rios

PROGRAMAÇÃO DO SÃO JOÃO DE ENTRE RIOS BAHIA 2011.


A prefeitura da cidade já confirmou atrações como Flávio José, Alex da Costa, Danielzinho, Agandaya no Forró, Forró dos Play‛s, Bonde do Forró, Sonia Santos, Roberto Lins, Bagagem Arrumada, Brega e Vinho, Forró da Galega e Pablo do Arrocha. Além de muita música, a cidade mantém as danças tradicionais e os pratos típicos da época

PROGRMAÇÃO DO SÃO JOÃO DE RIO REAL BAHIA 2011.


DIA 23 SUTIAN RENDADO DESEJO DE MULHER CARLOS LUCEN (BANDA DA TERRA)
DIA 24: SEEWAY EXPRESSO FORROREJO BANDA DA TERRA (TIKERÊ)
DIA 25: DONA CICA FORRÓ CASA NOVA MEGA XOTE
DIA 26: ARREIO DE OURO CINTURA FINA FALOXENTE. O SITEMA É BRUTO OU NÃO É?

PROGRAMAÇÃO DO SÃO JOÃO DE ESPLANADA BAHIA2011.


23/06 : Maria Cecília e Rodolfo e Fogo na Saia
24/06: Calcinha Preta e Cintura fina
25/06: Magníficos e trio nordestino
E no dia 02 de Julho, Sábado com: Estakazero e a Banda Adão negro novidade este ano é que houvera só um dia de festa no Timbó *esta lista ainda pode sofre mudança.